Como ele bem comentou lá no post original, nós já temos esses recursos já faz um bom tempo, no bom e velho (jurássico é sacanagem) Vim, e como o autor do post pediu um vídeo para compararmos (ou provarmos que existia mesmo, sei lá), eu fiz esse vídeo aí em cima mostrando como funcionam os recursos similares do Vim para esse tipo de coisa. Vale lembrar, como disse no post original:
Eram 23:36, eu estava com sono e tive que fazer "colinha" do código ali e comi alguma bronha pois ...
Ok, a gente já sabe que o Ubuntu já tem pacotes para Ruby 1.9, mas já viu, às vezes a gente precisa da última versão da linguagem e ela não está ainda disponível no repositório blá blá blá whatever, e queremos instalar a danada a partir dos fontes.
Em um post anterior eu havia detalhado como instalar a linguagem, levando em conta uma instalação no Slackware, onde era gerado um pacote para a distro. Aqui é praticamente a mesma coisa, mas ao invés de gerar um pacote, vou instalar em um diretório específico, que pode ser removido facilmente depois. É praticamente um merge do post do Dave Thomas com o meu anterior e vai me servir como "cola" para instalações novas.
Descompactar o arquivo e ir para o diretório que foi criado.
Rodar o configure dessa maneira (trocando /home/taq/apps/ruby/ para o diretório onde você quer instalar): ./configure --prefix=/home/taq/apps/ruby/ --program-suffix=1.9 .
Isso vai instalar essa versão no diretório especificado e colocar um 1.9 no final de cada executável.
Estava fazendo uma aplicação aqui que usa os mapas do Google para indicar onde alguns veículos a venda estão estacionados, e o cliente informou as coordenadas utilizando graus, minutos e segundos da seguinte maneira: -20° 47' 26.37", -49° 21' 11.94"
E lá vamos nós de novo! Houve um zum-zum-zum por aí onde se comentou que o Twitter estava (está, sei lá) trocando Ruby por Scala que o mundo quase acabou. Teve gente que, se estivéssemos na idade média, com certeza iam ir munidos de cruzes e tochas na sede do Twitter para tentar queimar tudo, bando de hereges. Literalmente choveram posts sobre isso na web, que eu acho que nem compensa linkar por causa de todo o ruído que causaram, com exceção notável desse aqui do Ronaldo Ferraz, onde, como sempre, ele elabora o tema muito bem, mas eu sou mais tosco (como sempre). Quis fazer esse um pouco mais direto, pois isso já está enchendo o saco.
QUE MAL TEM O TWITTER TROCAR DE RUBY PARA SCALA (OU WHATEVER)?
Isso vai te afetar? Só se você trabalha no Twitter e não sabe programar em porra nenhuma além de Ruby, e está com preguiça de aprender alguma coisa nova, o que é uma vergonha se tem a oportunidade. Bom, eu não trabalho no Twitter, e acredito que muita gente que está lendo isso também não, então qual é problema, diabos? Precisa de todo esse auê?
"Ah, mas isso pode queimar o filme da linguagem, dizendo que ela não escala, não aguenta o tranco, consome muitos recursos blá blá blá". Ok, vamos lá.
Recebi essa semana um email de um leitor aqui do blog (alô!) que me perguntou como fazer validação de um arquivo XML com Ruby, usando XMLSchema. Fui honesto e disse que eu nunca havia precisado usar esse lance em Ruby mas fiquei curioso sobre como fazer, já que algum tempo atrás usei algo similar em PHP. Vamos dar uma olhada em como fazer alguma coisa básica disso.
500 Gb de espaço, 5 Tb de transferência e mais um monte de coisas
(inclusive Rails!) por apenas US$ 50 anuais!
Veja aqui mais detalhes.
Eu dava mais desconto, mas eles cortaram. :-p